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outubro 29, 2006

Bem sei que são virtuais

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…mas foi o que encontrei.
É inacreditável como as coisas simples podem ser difíceis.
Ontem procurámos um raminho de violetas.
Para uma despedida que a própria exigiu que fosse o mais simples possível, quisemos oferecer-lhe a flor de que gostava e bem simples era.
Procurámos um raminho de violetas. Mas a vida é assim, havia nas floristas flores das mais requintadas e exóticas, mas não era o tempo das violetas, não havia…
Ficam aqui estas.
Para sempre, porque a net é assim.

Emiéle

Publicado por populo às outubro 29, 2006 10:00 AM

Comentários

As flores, como nós, também obedecem aos ciclos, e logo calhou, neste momento, não as haver.
Fica esta possibilidade virtual de se satisfazerem os desejos e gostos mais diversos.

Publicado por: josé palmeiro às outubro 29, 2006 09:40 AM

Vinha dizer algo parecido com o José... as flores também nascem e morrem, não as ofereceste fisicamente mas há coisas que podem ser sempre lembradas, com uma imagem, com um cheiro, com uma expressão, com um pensamento,..., tal e qual estas flores que acabas por oferecer, elas não estão mesmo aí... mas estão.

Publicado por: Farpas às outubro 29, 2006 09:52 AM

É bonito. Flor mais pequenina e perfumada não há. Completa o outro post. E pelo que dizes acredita-se que fosse a sua preferida.
Aqui não desaparece.

Publicado por: Joaninha às outubro 29, 2006 10:59 AM

José Palmeiro, obrigada pelas flores que deixaste no teu blog. Pelo menos cor é semelhante...
Meus outros amigos, um grande abraço a todos. Neste momento sinto-me tão cansada que nem me quero lembrar que amanhã é segunda! Mas é certo, como todas as primaveras voltam as violetas, também a vida é renovação e continuação.

Publicado por: Emiéle às outubro 29, 2006 09:23 PM

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