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outubro 30, 2006
As maravilhas do infinitamente pequeno
Há certas dimensões ou tamanhos que me causam vertigens. E são sempre, como é lógico, os extremos – ou oêdesmesuradamente grande ou o impensavelmente pequeno. Li agora umas referências ao que se pode fazer no segundo caso. A Nanotecnologia. É extraordinário e, para mim que de ciência sei muito pouco, parece-me que estamos a entrar no campo maravilhosos da ficção científica.
Falam-nos em camisolas que mudam de cor, janelas que se limpam a si próprias ou minúsculos "submarinos" percorrendo as veias para eliminar bactérias, coisas maravilhosas, que parecem possíveis «amanhã» e se algumas são quase brincadeira, o que se refere a tratamentos, diagnósticos, saúde, é de levar muito a sério. Será possível por aquilo que se lê.
É certo que lemos isto tudo de boca aberta, com a triste certeza de se viver noutra galáxia. Na galáxia onde ainda vivemos, para se efectuar um exame que vai confirmar se uma pessoa tem ou não tem um cancro, tem de se esperar 8 dias que o director do hospital assine uma autorização, com essa autorização a dita pessoa irá a oncologia, sabendo já que é possível que lá não haja as agulhas necessárias a essa confirmação, pelo que terá de esperar por outra autorização para ir a Coimbra. Não invento nada. É assim com alguém que mora em Lisboa, não é no Portugal Profundo…
Mas gosto de imaginar os benefícios da nanotecnologia.
Sabe bem sonhar.

Emiéle
Publicado por populo às outubro 30, 2006 08:10 AM
Comentários
infinito será o limite.
Publicado por: galeria de inventores às outubro 30, 2006 09:53 AM
Isso é em Lisboa. Agora calcula o que é, para quem não lá vive.
Quanto ao progressos, são, na verdade muitos e que nos trazem a esperança de dias melhores. Há que aguardar pela assinatura, aqui, do Ministro.
Publicado por: josé palmeiro às outubro 30, 2006 12:51 PM
Vamos ver se hoje entra, porque ontem ficou 'suspenso':
Olhem amigos, logo de manhã tinha respondido mas a tal resposta não entrou. Entretanto tenho ali 3 ou 4 comentários de pessoas que também não conseguiam e mos mandaram por email, mas ... como só agora isto desbloqueou não sei se ainda se justifica.
Um dos comentários era engraçado porque brincava com a ideia do infinito não ter limite, e desse jogo de palavras. Era da Joaninha.
O Raphael respondia ao Zè Palmeiro dizendo que na minha história o espantoso era tudo isto se passar na «capital do império». talvez fosse melhor mudarmos todos para Coimbra, just in case...
Publicado por: Emiéle às outubro 31, 2006 09:06 AM