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julho 28, 2006
O que virá a dar este inquérito?
Uma expressão popular diz que “quanto maior a nau maior a tormenta” e a crise por que está a passar a liderança da Câmara de Lisboa podia servir de ilustração para o ditado. Mas talvez, e seria bom que o fosse, possa também servir de exemplo para outras câmaras, barquitos mais pequenos onde as tempestades também são mais fraquitas mas existem.
É voz corrente (e eu diria que não costuma haver fumo sem fogo se não achasse que era excesso de provérbios para um post só) que a generalidade das Câmaras tem umas ligações duvidosas com a construção civil. Claro que quando é uma autarquia pequenina, o “pecado” também é à medida. Isso porque nessas autarquias mais pequeninas também os grandes construtores não costumam investir muito – a não ser quando é para entrarem em ‘zonas protegidas’ o que sabemos que também acontece…
Agora é Lisboa que está na berlinda
E aqui já as coisas têm grande relevo.
Um negócio muito mal contado de umas relações entre um senhor empresário e a Câmara e um grande empreendimento numa zona muito valorizada. O senhor presidente da Câmara meteu os pés pelas mãos, e pelos vistos o caso está ou vai estar a ser investigado pelo DIAP.
Enfim, negócios…
E, mesmo para quem não acreditava, está à vista que o vereador Sá Fernandes tem sido uma pedra incómoda nesta engrenagem tão bem oleada dos negócios desta Câmara.
Emiéle
Publicado por populo às julho 28, 2006 07:50 AM
Comentários
Ehehehehe!!!!!!
Perguntas a sério?
Não, pois não?
Publicado por: Joaninha às julho 28, 2006 10:31 AM
E as outras Câmaras à volta de Lisboa...?!
Olha só Cascais, Sintra e Oeiras...
Publicado por: zorro às julho 28, 2006 11:59 AM
Claro que também, Zorro. E em ponto pequeno, e depois em ponto pequenino, as Câmaras de terras com menos importância. Creio que deve haver poucas sem telhados de vidro. Aqui foi mais chocante por ser esta graaaande Câmara. Mas é claro que a corrupção não mora só em Lisboa.
Era bom, era.
Publicado por: Emiéle às julho 28, 2006 11:45 PM