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abril 25, 2006

O "REPÚBLICA" do 25 de Abril

(a "risca ao meio" é culpa do meu scanner; não cabia tudo de uma vez...)

Emiéle


Publicado por populo às abril 25, 2006 01:52 PM

Comentários

25 Abril de 2006

Um abração de solidariedade e fraternidade universal nesta data memorável.

Zeca da Nau

Publicado por: Zeca da Nau às abril 25, 2006 05:12 PM

Que giro, emiéle. Se o scanarizaste é porque era "ao vivo", é mesmo uma relíquia.
E eu experimentei, e se clicar lá aquilo aumenta! Costumas avisar, desta vez não disseste nada e julguei que não dava.
Olhó República!!!!

Publicado por: joaninha às abril 25, 2006 06:03 PM

Obrigado Emiéle.
Que grande e bonito tem sido o teu/nosso Pópulo neste mês de Abril, e hoje então está lindo como nunca.

Publicado por: pedro tarquinio às abril 25, 2006 07:45 PM

Não paras Emiéle! Isto é que é uma comemoração!

Cresci a ler o República. Viviamos na província e o meu Pai era assinante. Todos os dias chegava pelo correio (com um dia de atraso, claro). Desde cedo nos habituámos a ler nas entrelinhas...
A minha maior mágoa é o meu Pai não ter vivido o 25 de Abril de 74. Deixou-nos dois anos antes.

Publicado por: méri às abril 25, 2006 08:10 PM

Pedro, quando ontem a um comentário teu te convidava a passares por cá hoje é que tinha já estas coisas alinhavadas, este baú de recordações que queria mesmo partilhar.
Mas sou um nadita ( só um nadita....?) azelha, e para conseguir scanarizar aqui o jornal que teve de ser em duas partes, foi uma dificuldade! E como não consegui que ajustassem bem, preferi deixar aquele pedacinho ao meio. Porque adoro a frase: «ESTE JORNAL NÃO FOI VISADO POR QUALQUER COMISSÃO DE CENSURA» Sabe tão bem! E era um jornal com um carisma tão grande! Tens razão Méri, foi por isso que o escolhi.

Publicado por: Emiéle às abril 25, 2006 08:50 PM

Obrigada, Emiéle! Isto é que é História! Eu já tinha visto esta capa na tv quando há reportagens sobre o 25 de Abril. Mas agora guardei aqui no computador.
Nem imagino o que foi ver a frase em baixo pela primeira vez... Acho que nós, que nascemos depois, por mais que nos informemos e que tentemos saber e sentir, nunca poderemos sentir exactamente o mesmo de quem viveu a situação real.

Publicado por: Helena Romao às abril 26, 2006 12:56 AM

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