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abril 26, 2006
E, entretanto no Nepal…
Ontem, aqui no Pópulo, vivemos centrados na nossa terra e ainda por cima há uns anos atrás. Mas foi um intervalinho apenas, porque o Mundo é grande e nós fazemos parte dele. Nada de “orgulhosamente sós”.
O Nepal tinha sido há pouco motivo de um post por um motivo tonto: um título infeliz. Agora merece outra vez ser falado por um bom motivo. A democracia vai voltar ao Nepal em definitivo, a ditadura não foi apenas interrompida, terminou.
Levou quase 20 dias de manifestações, mas o rei cedeu e sexta-feira haverá uma nova sessão no parlamento para a legalidade voltar. O “Congresso Senagalês” * como maior partido da oposição vai designar o primeiro ministro
É um país muito distante e que povoou muito tempo o imaginário ocidental.
Esperemos agora que tudo volte à ordem e os senegaleses possam escolher livremente o regime em que preferem viver.
(errata: Claro que era «Congresso Nepalês» que eu queria escrever. Completamente distraída saiu-me aquele disparate que só notei porque o Manuel mo fez notar. Shame of me...)

Emiéle
Publicado por populo às abril 26, 2006 07:21 AM
Comentários
É uma zona que é tão longe e tão imaginada que ...
Só me lembro dos 7 anos no Tibet e coisas assim. mas a verdade é que vivem lá pessoas, iguais a nós e com as mesmas necessidades e problemas.
Publicado por: Joaninha às abril 26, 2006 11:40 AM
Pois é Joaninha! Eu também penso dessa maneira, o Nepal faz-me lembrar mistério, e todas aquelas coisas, e até quase que parece impossível um sitio rodeado de tanto mistério ter problemas deste tipo... olha ao menos assim já sei que quando for a Katmandu (é um sonho... mas que espero cumprir!) as coisas já estão melhores!
Afinal parece que já podem tirar a mira técnica do ar ;)
Publicado por: Farpas às abril 26, 2006 02:35 PM
lol
Pois é Farpas.
Já conseguiram sintonizar !
Publicado por: Gui às abril 26, 2006 04:05 PM
E a história recente lá da monarquia não rima nada com a ideia romântica do Xangrilá...
Vejam só:
«A 1 de Junho de 2001, o príncipe herdeiro Dipendra irrompeu numa fúria assassina pelo palácio real, em fúria pela recusa dos pais em aceitar a sua escolha de vida. Matou os seus pais, o rei Birendra e a rainha Aishwarya, e vários primos reais, antes de disparar contra si próprio. Mas a sua tentativa de suicídio falhou e, embora em estado de coma, foi proclamado rei (de acordo com a tradição nepalesa) na sua cama de hospital. Morreu horas depois»
Livra!
Publicado por: Emiéle às abril 26, 2006 10:02 PM
E o que é que o Senegal está a fazer no meio dos nepaleses? :)
Publicado por: Manuel às abril 26, 2006 10:24 PM
Manuel, isto é espantoso! Não apenas a minha distracção em, ao querer escrever «Congresso Nepalês» sair-me "senegalês", como ao rever o texto não o ter notado, como ainda nenhum dos comentadores que escreveu antes de ti, ter reparado (ou pelo menos não o disse!)
Donde, se pode concuir que muitas vezes lemos ou ouvimos aquilo que faz sentido e nem sempre aquilo que lá pode estar!!!!
Nem vou emendar o texto-base, senão o teu comentário não fazia sentido, vou só por uma nota.
Publicado por: Emiéle às abril 27, 2006 07:01 AM
Também a mim me passou à primeira, a proximidade das palavras e a velocidade de leitura pregam-nos destas partidas.
Ainda bem que não ficaste muito zangada comigo. ;)
Publicado por: Manuel às abril 27, 2006 08:10 PM