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março 26, 2006

É apenas um exemplo

Um exemplo de uma gestão errada mas necessária para cumprir directivas demasiado rígidas. O caso que estou a citar como exemplo é do haver hospitais que contratam médicos a prestar serviço além do quadro pagando-lhe o dobro do que recebem os médicos do quadro
Se os jornais noticiam este caso, que se torna chocante, devia ter-se a noção de que não é único. Em muitos locais a regra é essa – não se substitui as pessoas que se vão reformando para ‘emagrecer’ o volume da A.P. mas depois, como as coisas não andam sozinhas, toca a contratar outras pessoas a quem se paga muito mais do que recebem os colegas que fazem o mesmo.
Vejo isso em muitos sítios o que cria, para além do mais, conflitos internos difíceis de ultrapassar.
É natural, não?

Emiéle

Publicado por populo às março 26, 2006 11:04 AM

Comentários

Mas o Tio Patinhas consegue ter lucros! Acho que o boneco seria mais o próprio Donald, que era um trapalhão, ou até o Pateta...
que este sistema pode libertar o Estado de algumas obrigações - deve ser essa a ideia - mas no presente até acaba por gastar mais.

Publicado por: Tess às março 26, 2006 01:37 PM

O exemplo mais nítido são os terríveis "institutos". Cada governo que chega, acaba com os anteriores e cria os seus próprios. De facto são pessoas sem o vínculo à F.P. mas que são muito melhor pagos, ou seja custam mais caro. E pelo que se tem observado nem por isso são mais competentes...

Publicado por: joaninha às março 26, 2006 01:39 PM

Por acaso, estava exactamente e lembrar-me dessas famosos "Institutos" que servem para encaixar todos os boys e girls enquanto dura um governo, e depois vira o disco e toca outra música mas com a mesma orquestra. Essa parte era interessante acabar.

Publicado por: Emiéle às março 26, 2006 02:45 PM

Eu continuo com a minha... organização, é tudo uma questão de desorganização!!

Publicado por: Farpas às março 26, 2006 10:48 PM

Também é, Farpas, mas não só... Neste caso de que se fala, creio que sim, que pode ser, mas quantos aos Institutos de que a Joaninha se lembrou é mesmo um frete dos vários governos para a sua clientela.

Publicado por: Emiéle às março 26, 2006 11:15 PM